Taurino Araújo – Acadêmico

TAURINO ARAÚJO  - ACADÊMICO

Taurino Araújo. Fotos Wikimedia Commons

Taurino Araújo para Del Rey (foto alternativa)

O Doutor Taurino Araújo, CBJM. Foto Wikimedia Commons.  Autor do livro Hermenêutica da Desigualdade: uma Introdução às Ciências Jurídicas e também Sociais (Editora Del Rey, 2019, 2ª tiragem),  primeira edição esgotada em apenas 39 dias,

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TAURINO ARAÚJO é Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino (Buenos Aires, 2017), reconhecido com a maior honraria concedida pelo Estado da Bahia, a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira ( CBJM , 2013). Advogado formado pela Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC (Ilhéus/ltabuna, 1993), especialista em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira (Rio de Janeiro, 2002) e professor universitário com longa experiência de ensino e pesquisa nas áreas de Ensino Jurídico, Religação de Saberes, Teoria Geral do Direito, Hermenêutica, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Criminologia, História, Filosofia, Antropologia Jurídica, Ética na Comunicação e Campos Interdisciplinares. Profissional com larga experiência em causas de elevada complexidade, Taurino Araújo atua no Tribunal do Júri e Superiores (STF, STJ, TST, STM e TSE) em especialidades como Direito Bancário, Direito Penal, Penal Tributário, Civil, Administrativo, Eleitoral, Trabalhista, Imobiliário e Relações de Consumo, Defesa de Autoridades em apuros, Lavagem de Dinheiro, Responsabilidade Fiscal, Crimes contra a Administração e Licitações Públicas, Penal Eleitoral. Enfim, crimes ambientais e contra os Sistemas Previdenciário e Financeiro Nacional, aliando ao cotidiano da prática jurídica a teorização de sua vasta e diversificada experiência acadêmica. tudo de modo a oferecer a seus clientes soluções  inteligentes e contextualizadas com atuação extensiva a todas as áreas do Direito, através do  eficiente sistema de advocacia full service: Advogados a serviço da vida, da liberdade e da propriedade.

Sobre o livro Hermenêutica da Desigualdade: uma Introdução às Ciências Jurídicas e também Sociais de  Taurino Araújo Resultado de sua Tese de Doutorado, o livro do professor Taurino Araújo propõe uma nova Teoria Geral do Direito ao inserir a desigualdade entre os conceitos jurídicos fundamentais. Embasada em longa experiência didática do autor no ensino exitoso de um amplo arco de disciplinas propedêuticas, a obra, sem dúvida, preenche importante lacuna no cenário mundial. Enquanto constrói sua teoria, o autor oferece verdadeiro passeio pela Hermenêutica, Filosofia, Sociologia, Economia, História, Antropologia, Semiótica e Direito, tendo como enfoque o problema da desigualdade. Desde o preliminar metodológico Taurino Araújo revela, aprofunda e articula, em poucas páginas, tanto o percurso quanto o abrangente conteúdo da pesquisa constituindo agradável, inédita e articulada Introdução às Ciências Jurídicas e (também) Sociais. A obra, portanto, é de evidente interesse não só para especialistas, mas para todos os que se iniciam em estudos sobre ciência, filosofia, comunicação e realidade, e também para pesquisadores e professores em temas afins. Concebida como saber anistórico e de cunho global, esta hermenêutica da desigualdade destina-se à inclusão de cada sujeito em face da consideração total de sua diferença para o usufruto pleno do direito e da cidadania. Além de instrumento de trabalho universitário, essa discussão interessa ao Governo, Negócios, Educação, Política, Saúde e Terceiro Setor. Impossível largar a leitura. Excelente e bem resumido panorama sobre seis mil anos de história, ação, articulação e pensamento universais. Agenor Sampaio Neto, Catedrático de Teoria do Direito e Hermenêutica da Universidade Estadual de Feira de Santana(UEFS)

El Doctor Taurino Araújo. By Portugalo (Own work) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

El Doctor Taurino Araújo (2017). By Portugalo  [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

 A diversificada atuação de Taurino Araújo além de lhe permitir enfrentar com mais eficiência o cerne do problema jurídico, que  é  a incidência (ou não) da ilicitude (nos grandes eixos penal  ou civil)  com o  total domínio do universo das obrigações à retórica de todos os ordenamentos,  tendo em vista os reais conflitos de interesse, as pretensões resistidas de todas as ordens  e, na perspectiva do sujeito, a preservação ou proteção da dignidade da pessoa humana, em sua mais dolorosa ânsia se concretiza ao chefiar ou integrar equipes transdisciplinares nesse âmbito para a solução contextualizada de qualquer problema, judicializado ou não: se  eu não der o que deve ser dado (questiona-se!), não fizer o que deve ser feito e não me abstiver do que é proibido, serei punido? Civil e criminalmente? De alguma forma? Nenhum dos dois?

Isaac e Taurino-39 (3) Taurino Araújo Neto (dito Taurino Araújo, O Samurai da Voz — Jequié, 25 de dezembro de 1968) é um advogado, escritor e professor brasileiro, reconhecido por sua luta em defesa da advocacia no estado da Bahia, e por tal condecorado com a mais alta comenda da Assembleia daquele estado: a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira (CBJM).

A Tarde, 08 de agosto de 2015, p. A 2, Coluna Tempo Presente - Levi Vasconcelos - Política com Vatapá

Jornal A Tarde, 08 de agosto de 2015, p. A 2, Taurino Araújo (O milagre)  Coluna Tempo Presente - Levi Vasconcelos - Política com Vatapá. http://atarde.uol.com.br/coluna/levivasconcelos/1702573-estaria-dilma-com-os-dias-contados-parece-premium POLÍTICA COM VATAPÁ O milagre Essa quem conta é o advogado Aristóteles Leal. O ano é 2010. Amigos de longa data, Taurino Araújo, criminalista conhecido, e Agenor Sampaio Neto, catedrático de teoria do direito da Uefs, entrevistavam o saudoso Washington Trindade, 90 anos, ex-ministro do TST e presidente do TRT da 5ª Região, professor emérito da Ufba, mentor intelectual de ambos. O objetivo, um documentário sobre a Bahia jurídica a partir do século passado. Em dado momento, questionando sobre a importância de vários juristas ao longo do tempo, Agenor pergunta: - E o Taurino, Dr. Washington? Devolveu com outra pergunta: - Lembra-se de Tomaz de Aquino? Foi santo sem fazer milagre! Apenas escreveu a Suma Teológica... Agenor insiste: - Sim, mas não entendi: - O milagre de Taurino é abrir a boca!

Em 2 de agosto de 2015, Taurino Araújo, CBJM  encerrou o I CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE SISTEMA PRISIONAL NO SÉCULO XXI  (First International Congress on Prison Systems in the 21st Century) com a participação de Richard Dieter e Rogério Greco, dentre outros.

Taurino Araújo, CBJM

Taurino Araújo,
CBJM

Dublê das mais variadas linguagens, "homem multifacetado" na definição do historiador suíço Jacob Burckhardt, Taurino Araújo, CBJM é também um polímata brasileiro, estudioso nas áreas de Hermenêutica, Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Campos Interdisciplinares, Criminologia, História, Filosofia e Antropologia Jurídica, considerado um dos raros estudiosos do direito moderno, além de cultor da língua portuguesa e da filosofia.

O professor Taurino Araújo  foi também distinguido com o Título de  Comendador Medalha Thomé de Souza,  Cidadão Honorário do Município do Salvador (Resolução 1968/09), Cidadão Honorário de Feira de Santana (Decreto Legislativo 16/2016) e de Gongogi, bem como sócio efetivo do Instituto dos Advogados da Bahia (IAB-BA), desde 9 de julho de 2009.

Em 2010 foi candidato a Desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia na vaga destinada aos advogados (Quinto Constitucional).

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TAURINO ARAÚJO, o polímata brasileiro

 

AGENOR SOLENIDADE CIDADÃO DE SALVADORPor Agenor Sampaio Neto professor de Teoria do Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana  (UEFS), advogado militante. sampaioneto@ig.com.br

Para Peter Burke, é comum hoje falar em "organização [específica] do conhecimento". Nesse processo, há lugar para administradores intelectuais, integrantes de pesquisa e eruditos isolados, o amador, gentleman ou polímata, erudito que se dedica em casa a muitas (ou pelo menos diversas) disciplinas intelectuais; o que se poderia chamar “homem multifacetado”, na expressão do historiador suíço Jacob Burckhardt.

Desde 9 de março de 2012  (quando da publicação por A TARDE de Taurino Araújo singular e plural) muitas reflexões surgiram nos meios acadêmico e social — e continuam surgindo — sobre uma apropriada e retumbante afirmação que fiz, quanto à abrangência e articulação polifônica desse pensador baiano  em conteúdos os mais diversificados e sob as mais variadas perspectivas, verdadeiro polímata de nosso tempo nas áreas de Hermenêutica, Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Criminologia, História, Filosofia, Antropologia Jurídica e Campos Interdisciplinares:  quem conhece a grandeza de seu gênio sabe que a singularidade de Taurino é tema para doutorado e para samba-enredo!

Definir o seu percurso  continua sendo tarefa hercúlea, agora facilitada pelo emprego de três perspectivas: a primeira delas, já daria um tratado: advogado e professor de Direito. Segundo Carlos Galves, verdadeira enciclopédia que pode ser apreendida desde a simples curiosidade, ao desejo de não cometer erros descambando no plano científico às esferas do aprofundamento e na inquietação por um saber de aplicação, que se destina a resolver os grandes dilemas da vida, inquietação que pode chegar ao nível filosófico e abranger o sentido transtemporal do Direito e da Justiça, numa preocupação tanto em explicar a permanência do grupo social (aspecto incoativo), quanto no aspecto inconsciente que, de algum modo, também explica o triunfo de uma civilização, em que pesem percalços, avanços e retrocessos.  Daí a conclusão de Taurino no sentido de que a atitude filosófica seja o fundamento de toda indagação valiosa (op. cit, p. 9 de 91).

Para os que preferem um ponto de vista formal, poderíamos dizer que Taurino é Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz, Especialista em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira e Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino, advogado e professor brasileiro, reconhecido por sua luta em defesa da advocacia no estado da Bahia, e por tal condecorado com a mais alta honraria da Assembleia daquele estado: a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira, Opositor  precoce da ditadura militar no Brasil e, por isso, participante da luta pela Anistia, em prol dos Grêmios Livres e Diretas Já.

Secretário de Administração do Município de Ubatã (1989), à época o mais jovem do Brasil, criou, desenvolveu e praticou a Quádrupla de Taurino para melhor emprego do dinheiro público: o dinheiro não é meu; o dinheiro não é seu; o dinheiro parece nosso, mas não é, “Taurino é precursor da responsabilidade fiscal no Brasil, criando a Quádrupla, quando ainda nem se falava nisso, haja vista que a expedição da Lei Complementar 101 se deu apenas 11 anos depois”, conforme ressaltou o vice-presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil — ANFIP.

Do ponto de vista etimológico, polímata é uma pessoa “que aprendeu demais”. E assim, por último, encontraríamos uma visão mais aproximada dele no comentário jurídico em prol da utilidade pública; através de uma dogmática sobre a “obrigatoriedade de argumentar e de decidir” a que se refere Tercio Sampaio Ferraz Jr., nas lições de História do Direito (verdadeiro laboratório de política e experiência) ou nas incursões pela Antropologia e através da militância, naquele sentido de que “a luta faz a lei”. Tem-se, aqui, o exercício do “construcionismo social” que o enquadra no epíteto de O Samurai da Voz. De fato, Taurino não cabe em classificações pequenas, mas somente a partir dos campos interdisciplinares.

Agenor Sampaio Neto  é professor de Teoria do Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana  (UEFS)  e advogado militante. sampaioneto@ig.com.br

Taurino Araújo, o polímata brasileiro

Agenor Sampaio Neto. Artigo: Taurino Araújo, o polímata brasileiro. Jornal Tribuna da Bahia, 21 de maio de 2015, Política, p 6.

 

Taurino Araújo (de Mnemosyne)

Taurino Araújo (de Mnemonyse) A TARDE, A2, 6 DE OUTUBRO DE 2017 Agenor Sampaio Neto professor de Teoria do Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana — UEFS professoragenorsampaio@gmail.com A memória — totalizadora de tudo — é filha do Céu e da Terra. Depois de Taurino Araújo, o polímata brasileiro, esse é o terceiro memorial acadêmico por mim dedicado a esse pensador baiano, mais jovem condecorado com a maior honraria do Estado, a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira (CBJM). Iniciei a tarefa com Taurino Araújo singular e plural (A TARDE, 9 de março de 2012). A partir daí, reflexões nos meios acadêmico e social quanto à totalidade e articulação polifônica do perfil: “quem conhece a grandeza de seu gênio sabe que Taurino é tema para doutorado e para samba-enredo”! Segundo Mário da Gama Kury (Dicionário de Mitologia, Zahar, p. 405), nascida de Urano e Gaia, Mnemosyne, a deusa da memória, foi possuída nove noites seguidas Zeus, dando à luz (novidade!) nove Musas com atribuições as mais abrangentes: Calíope era a musa da poesia épica, Clio da História, Euterpe da música das flautas, Erato da poesia lírica, Terpsícore da dança, Melpomene da tragédia, Tália da comédia, Polímnia dos hinos sagrados e Urânia da astronomia. Para Taurino, a atitude filosófica é o fundamento de toda indagação valiosa. É por meio da memória que o homem entra em contato com [todos] o[s] saber[es]. Em Mnemosyne, controladora da narrativa e do tempo, imortalidade e fama a artistas e historiadores que, ao criar suas obras, tornam-se inesquecíveis, antes, adivinhos do poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade que, indelevelmente, os (e se) reconhece. Em Taurino Araújo, a conjugação de fontes nos campos da Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Criminologia, História, Filosofia e Antropologia Jurídica sempre produziram sentidos para a “holística” do drama humano, e agora, novamente sem caber em classificações pequenas, mas somente a partir dos Campos Interdisciplinares, culmina com a máxima da Tese sobre “Hermenêutica da Desigualdade”: uma Introdução às Ciências Jurídicas e Sociais.