Acadêmico

ACADÊMICO

Profissional com 24 anos de experiência em causas de elevada complexidade, o advogado criminalista Taurino Araújo, CBJM atua com igual desenvoltura no Tribunal do Júri, Tribunais Estaduais e Superiores (STF, STJ, STM, TST e TSE) em especialidades como Defesa de Autoridades, Direito Bancário, Direito Penal, Penal Tributário, Eleitoral, Trabalhista, Imobiliário e Relações de Consumo,  para oferecer a seus clientes soluções  inteligentes e contextualizadas com atuação extensiva a todas as áreas do Direito, através do  eficiente sistema de advocacia full service: Advogados a serviço da vida, da liberdade e da propriedade.

El Doctor Taurino Araújo. By Portugalo (Own work) [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

El Doctor Taurino Araújo (2017). By Portugalo  [CC BY-SA 4.0], via Wikimedia Commons

Essa diversificada atuação ocorre levando em conta tanto o cerne do problema jurídico, que  é  a incidência da ilicitude (nos grandes eixos penal  ou civil) remontando, no universo das obrigações, à retórica de todos os ordenamentos, com base no conflito de interesse e nas pretensões resistidas de todas as ordens concretizando, na perspectiva do sujeito, a dignidade da pessoa humana, em sua mais dolorosa ânsia: se  eu não der o que deve ser dado (questiona-se!), não fizer o que deve ser feito e não me abstiver do que é proibido, serei punido? Civil e criminalmente? De alguma forma? Nenhum dos dois? quanto sua habilidade para, sinergicamente, chefiar ou integrar equipes multidicisplinares nesse âmbito.

Pesquisador nas áreas de Hermenêutica, Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Criminologia, História, Filosofia, Antropologia Jurídica e Campos Interdisciplinares, Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, 1993), Especialista em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO, 2002) e Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino  (UMSA, Buenos Aires), Taurino Araújo Neto (dito Taurino Araújo, O Samurai da Voz — Jequié, 25 de dezembro de 1968) é um advogado, escritor e professor brasileiro, reconhecido por sua luta em defesa da advocacia no estado da Bahia, e por tal condecorado com a mais alta comenda da Assembleia daquele estado: a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira (CBJM).

A Tarde, 08 de agosto de 2015, p. A 2, Coluna Tempo Presente - Levi Vasconcelos - Política com Vatapá

Jornal A Tarde, 08 de agosto de 2015, p. A 2, Taurino Araújo (O milagre)  Coluna Tempo Presente - Levi Vasconcelos - Política com Vatapá. http://atarde.uol.com.br/coluna/levivasconcelos/1702573-estaria-dilma-com-os-dias-contados-parece-premium POLÍTICA COM VATAPÁ O milagre Essa quem conta é o advogado Aristóteles Leal. O ano é 2010. Amigos de longa data, Taurino Araújo, criminalista conhecido, e Agenor Sampaio Neto, catedrático de teoria do direito da Uefs, entrevistavam o saudoso Washington Trindade, 90 anos, ex-ministro do TST e presidente do TRT da 5ª Região, professor emérito da Ufba, mentor intelectual de ambos. O objetivo, um documentário sobre a Bahia jurídica a partir do século passado. Em dado momento, questionando sobre a importância de vários juristas ao longo do tempo, Agenor pergunta: - E o Taurino, Dr. Washington? Devolveu com outra pergunta: - Lembra-se de Tomaz de Aquino? Foi santo sem fazer milagre! Apenas escreveu a Suma Teológica... Agenor insiste: - Sim, mas não entendi: - O milagre de Taurino é abrir a boca!

Em 2 de agosto de 2015, Taurino Araújo, CBJM  encerrou o I CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE SISTEMA PRISIONAL NO SÉCULO XXI  (First International Congress on Prison Systems in the 21st Century) com a participação de Richard Dieter e Rogério Greco, dentre outros.

 

Taurino Araújo, CBJM

Taurino Araújo,
CBJM

Dublê das mais variadas linguagens, "homem multifacetado" na definição do historiador suíço Jacob Burckhardt, Taurino Araújo, CBJM é também um polímata brasileiro, estudioso nas áreas de Hermenêutica, Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Campos Interdisciplinares, Criminologia, História, Filosofia e Antropologia Jurídica, considerado um dos raros estudiosos do direito moderno, além de cultor da língua portuguesa e da filosofia.

O professor Taurino Araújo  foi também distinguido com o Título de  Comendador Medalha Thomé de Souza,  Cidadão Honorário do Município do Salvador (Resolução 1968/09), Cidadão Honorário de Feira de Santana (Decreto Legislativo 16/2016) e de Gongogi, bem como sócio efetivo do Instituto dos Advogados da Bahia (IAB-BA), desde 9 de julho de 2009.

Em 2010 foi candidato a Desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia na vaga destinada aos advogados (Quinto Constitucional).

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TAURINO ARAÚJO, o polímata brasileiro

 

AGENOR SOLENIDADE CIDADÃO DE SALVADORPor Agenor Sampaio Neto professor de Teoria do Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana  (UEFS), advogado militante. sampaioneto@ig.com.br

Para Peter Burke, é comum hoje falar em "organização [específica] do conhecimento". Nesse processo, há lugar para administradores intelectuais, integrantes de pesquisa e eruditos isolados, o amador, gentleman ou polímata, erudito que se dedica em casa a muitas (ou pelo menos diversas) disciplinas intelectuais; o que se poderia chamar “homem multifacetado”, na expressão do historiador suíço Jacob Burckhardt.

Desde 9 de março de 2012  (quando da publicação por A TARDE de Taurino Araújo singular e plural) muitas reflexões surgiram nos meios acadêmico e social — e continuam surgindo — sobre uma apropriada e retumbante afirmação que fiz, quanto à abrangência e articulação polifônica desse pensador baiano  em conteúdos os mais diversificados e sob as mais variadas perspectivas, verdadeiro polímata de nosso tempo nas áreas de Hermenêutica, Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Criminologia, História, Filosofia, Antropologia Jurídica e Campos Interdisciplinares:  quem conhece a grandeza de seu gênio sabe que a singularidade de Taurino é tema para doutorado e para samba-enredo!

Definir o seu percurso  continua sendo tarefa hercúlea, agora facilitada pelo emprego de três perspectivas: a primeira delas, já daria um tratado: advogado e professor de Direito. Segundo Carlos Galves, verdadeira enciclopédia que pode ser apreendida desde a simples curiosidade, ao desejo de não cometer erros descambando no plano científico às esferas do aprofundamento e na inquietação por um saber de aplicação, que se destina a resolver os grandes dilemas da vida, inquietação que pode chegar ao nível filosófico e abranger o sentido transtemporal do Direito e da Justiça, numa preocupação tanto em explicar a permanência do grupo social (aspecto incoativo), quanto no aspecto inconsciente que, de algum modo, também explica o triunfo de uma civilização, em que pesem percalços, avanços e retrocessos.  Daí a conclusão de Taurino no sentido de que a atitude filosófica seja o fundamento de toda indagação valiosa (op. cit, p. 9 de 91).

Para os que preferem um ponto de vista formal, poderíamos dizer que Taurino é Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz, Especialista em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira e Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino, advogado e professor brasileiro, reconhecido por sua luta em defesa da advocacia no estado da Bahia, e por tal condecorado com a mais alta honraria da Assembleia daquele estado: a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira, Opositor  precoce da ditadura militar no Brasil e, por isso, participante da luta pela Anistia, em prol dos Grêmios Livres e Diretas Já.

Secretário de Administração do Município de Ubatã (1989), à época o mais jovem do Brasil, criou, desenvolveu e praticou a Quádrupla de Taurino para melhor emprego do dinheiro público: o dinheiro não é meu; o dinheiro não é seu; o dinheiro parece nosso, mas não é, “Taurino é precursor da responsabilidade fiscal no Brasil, criando a Quádrupla, quando ainda nem se falava nisso, haja vista que a expedição da Lei Complementar 101 se deu apenas 11 anos depois”, conforme ressaltou o vice-presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil — ANFIP.

Do ponto de vista etimológico, polímata é uma pessoa “que aprendeu demais”. E assim, por último, encontraríamos uma visão mais aproximada dele no comentário jurídico em prol da utilidade pública; através de uma dogmática sobre a “obrigatoriedade de argumentar e de decidir” a que se refere Tercio Sampaio Ferraz Jr., nas lições de História do Direito (verdadeiro laboratório de política e experiência) ou nas incursões pela Antropologia e através da militância, naquele sentido de que “a luta faz a lei”. Tem-se, aqui, o exercício do “construcionismo social” que o enquadra no epíteto de O Samurai da Voz. De fato, Taurino não cabe em classificações pequenas, mas somente a partir dos campos interdisciplinares.

Agenor Sampaio Neto  é professor de Teoria do Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana  (UEFS)  e advogado militante. sampaioneto@ig.com.br

Taurino Araújo, o polímata brasileiro

Agenor Sampaio Neto. Artigo: Taurino Araújo, o polímata brasileiro. Jornal Tribuna da Bahia, 21 de maio de 2015, Política, p 6.

 

 

 

Taurino Araújo (de Mnemosyne)

Taurino Araújo (de Mnemonyse) A TARDE, A2, 6 DE OUTUBRO DE 2017 Agenor Sampaio Neto professor de Teoria do Direito da Universidade Estadual de Feira de Santana — UEFS professoragenorsampaio@gmail.com A memória — totalizadora de tudo — é filha do Céu e da Terra. Depois de Taurino Araújo, o polímata brasileiro, esse é o terceiro memorial acadêmico por mim dedicado a esse pensador baiano, mais jovem condecorado com a maior honraria do Estado, a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira (CBJM). Iniciei a tarefa com Taurino Araújo singular e plural (A TARDE, 9 de março de 2012). A partir daí, reflexões nos meios acadêmico e social quanto à totalidade e articulação polifônica do perfil: “quem conhece a grandeza de seu gênio sabe que Taurino é tema para doutorado e para samba-enredo”! Segundo Mário da Gama Kury (Dicionário de Mitologia, Zahar, p. 405), nascida de Urano e Gaia, Mnemosyne, a deusa da memória, foi possuída nove noites seguidas Zeus, dando à luz (novidade!) nove Musas com atribuições as mais abrangentes: Calíope era a musa da poesia épica, Clio da História, Euterpe da música das flautas, Erato da poesia lírica, Terpsícore da dança, Melpomene da tragédia, Tália da comédia, Polímnia dos hinos sagrados e Urânia da astronomia. Para Taurino, a atitude filosófica é o fundamento de toda indagação valiosa. É por meio da memória que o homem entra em contato com [todos] o[s] saber[es]. Em Mnemosyne, controladora da narrativa e do tempo, imortalidade e fama a artistas e historiadores que, ao criar suas obras, tornam-se inesquecíveis, antes, adivinhos do poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade que, indelevelmente, os (e se) reconhece. Em Taurino Araújo, a conjugação de fontes nos campos da Teoria do Direito, Transpessoalidade, Pensamento Sistêmico, Criminologia, História, Filosofia e Antropologia Jurídica sempre produziram sentidos para a “holística” do drama humano, e agora, novamente sem caber em classificações pequenas, mas somente a partir dos Campos Interdisciplinares, culmina com a máxima da Tese sobre “Hermenêutica da Desigualdade”: uma Introdução às Ciências Jurídicas e Sociais.